quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Novo Livro

Lançamento em Março de 2010

QUANDO FALAM AS FLORES...
Um Romance do Tempo
Eliel Eugênio de Morais

Entre em contato e garanta o seu exemplar...
Um livro de sensibilidade, tempo e amor!

terça-feira, 10 de novembro de 2009



A outra maneira de dizer

A literatura tem coisas que só ela pode oferecer. A palavra posta no papel nunca é só o que está lá, o óbvio, aos olhos de quem lê. As letras dançam, tem vida própria, escondem-se e se revelam, parecem-se com uma dançarina sedutora que tem passos para lá e para cá, de um lado e de outro, escrevendo no palco um convite ao drama que querem mostrar. As letras se divertem assim, mas também se comovem, choram e riem e nos levam com elas, até porque o drama delas é o que se conta das nossas próprias vidas.
Vi isso na outra maneira de dizer a palavra dos filhos de Coré no Velho Testamento. As letras se formaram, ás centenas, num canto de peregrinação que celebra a Deus, o hospedeiro do templo. É que esse Deus cantado é uma fonte de alegria e felicidade, graça pura, para os peregrinos e para os moradores do templo. É um salmo gradual e pode-se dizer também, uma música das subidas, aquela entoada durante a caminhada dos peregrinos. Qual a outra maneira de dizer isso? Seria onde a religiosidade realmente acontece, aquele lugar que muda a alma do caminhante, que faz dele uma pessoa com menos pedaços quebrados pelos visguentos defeitos e pecados.
E tem o Vale do Bálsamo... E uma outra maneira de falar dele... Um vale de lágrimas. Era o lugar das árvores que choravam. Uma plantação de amoreiras que tinha o formato de lágrimas – Uma figura da alma de quem escreveu o poema ou de qualquer outro peregrino. Era ali a última etapa da peregrinação e ficava numa encruzilhada das estradas que vinham do norte, do oeste e do sul. E a palavra dança outra vez, é que Deus sempre nos acha nas esquinas. O texto de lá diz que a lágrima ou a cura dela não conhece limites, ela vem do sul ou do norte, do leste ou oeste. É que o encanto de Deus atravessa todas as fronteiras, cobre esse vale de bênçãos, como a chuva. Bênçãos para o espírito. A palavra de cá pergunta: como pode o ser humano, chafurdado na solidão, no vazio e nas relações quebradas, pensar que a chuva de bênçãos se refere somente ás coisas do corpo e das finanças? A outra maneira de ver isso é o sonho de Deus em partilhar e sarar a mente comum, curar a alma doente, reconstruir o espírito abatido e escravo de mesmices enfadonhas e vulgares. O texto de lá, junto com o de cá, vem falar de força em força, terraço em terraço, muralha em muralha... É que Deus também, de uma outra maneira, nos chama à força.
Por fim, mais vale um dia nos átrios de Deus do que em outra parte mil. Tem outro jeito de dizer isso também: mais vale um dia do modo de Deus do que mil dias a meu próprio modo. É mais gratificante um dia com Deus do que mil deles de acordo com a minha própria escolha. Escolhi a vida toda... E só uma vez que permiti a Deus escolher, valeu mais do que todos os dias que vivi!


Paz, e a gente se encontra pelos outros modos de viver...

Eliel Eugênio de Morais
Pastor
Colorado do Oeste, 06 de Novembro de 2009.

Entre o dever e a beleza

Ocorreu há poucos dias e a sensação ainda está na minha alma e na minha carne. Viajávamos para Goiás em atendimento à convocação de nossa igreja para a convenção bienal da instituição. Íamos pelo Mato Grosso, pela estrada que serpenteia entre montanhas e cachoeiras na altura da Chapada dos Guimarães. E foi lá que nos vimos, eu e os que iam comigo, apanhados entre o dever e a beleza.
Começou na cidade. Um passeio noturno por ruas e casas com mais de três séculos de existência e uma igreja feita de história, suas paredes e janelas moldadas por pedras e baluartes enormes, marcas inegáveis da dor da escravatura negra. Depois disso veio a estrada e, como diria o velho compositor, “bem cedinho de manhã, saber que as misericórdias do Senhor se renovaram”. Foi depois de uns quarenta quilômetros que paramos para ver uma cachoeira de beleza incomparável. Ela mora lá, plantada no meio do cerrado de árvores tortas e cheiros únicos, uma cascata que leva o nome de “Martinha”. Aí se deu uma hora de atraso na viagem, presos pelo encanto, entre o dever de prosseguir e a gostosura da beleza de ficar. E aquele mesmo velho compositor dizia que a luz é como poemas nus e, eu, grato a Deus por ser assim, e o sol me ensina a contar os dias que tenho para viver.
É mesmo assim. Quanta coisa Deus tem a dizer entre as frestas do nosso fatigado dever. Essa estrada é uma parábola da nossa vida. Entramos nela acelerados, cegos e insensíveis, tendo à nossa frente o alvo único da chegada. E vamos assim, em cada reta e curva, escravos do dever e do compromisso. É óbvio que ninguém pode viver sem o dever e a obrigação. Por outro lado, Deus se parece mais com a sinuosa estrada da chapada. É cheio de surpresas e de convites sedutores à beleza. O que significa uma hora de atraso entre a obrigação e o encanto? Significa escutar a própria alma e perceber suas reais necessidades, essas das quais o espírito realmente necessita para viver. Significa também, visto que a vida se completa nos significados, partilhar um pouco da intimidade de Deus e escapar do laço da mente comum, essa mente mediana que nos faz pensar que por muito falar ou muito fazer, é que seremos achados.
Deixamos a cachoeira e rodamos para Goiás. E os dias passaram e o dever também foi cumprido. De volta à minha cidade, outra vez os dias se vão e os deveres se repetem. Eles são de uma insistente e continua repetência. Porém, uma coisa ficou mais que as outras. Aquela hora perdida no encanto da cachoeira e nos cheiros do cerrado, valeu mais que todas as outras e partilhou mais que todas as obrigações. Por quê? Porque Deus deu ali, numa fresta do dever, uma porção generosa daquilo que a alma de fato tem fome: beleza e comunhão. As demais coisas, por mais úteis que sejam, deveriam ser sobras. Apenas isso, nada mais.

Paz, e que a gente se ache pelas estradas do Mato Grosso...

Eliel Eugênio de Morais
Pastor
Colorado do Oeste, 06 de Novembro de 2009.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

FIM DO INVERNO




Hoje chegou a primavera. E veio com chuva. É o fim do inverno, justo ele que tanto esperei. E foi breve. Seco para parecer longo, frio para fazer doer e belo para ser efêmero. Então, foi completo, e assim, acabou meu tempo preferido do ano. Porém, dizem os poetas, que o mês de setembro é o mais sensível dos meses. Com ele vem as primeiras chuvas e, com elas, a primavera. Salomão disse que a primavera é como cochicho de Deus aos nossos ouvidos, porque revela o fim de um tempo e o começo de outro. O fim está nas expressões: “cessou o vento”, “cessou a tempestade”, “cessou o frio”. O começo revela-se numa outra fala: “o tempo de cantar chegou”, “os pássaros festejam”, “aparecem as flores na terra”. É fim e é começo.
Assim ela chega, e essa crônica reflete em duas coisas. A primeira é que ela é como quem chega à plenitude da vida. O mesmo Salomão chama isso de “primavera da vida”. É como uma crisálida pronta a se abrir. Crisálida é coisa latente. A vida é latente dentro de nós, como a primavera é latente nas estações. E a palavra sagrada diz que isso tudo é vaidade. Palavra dorida, porém, reflexiva. É que tudo é breve como foi o meu inverno. Salomão fala de recrear o coração, andar pelos caminhos que enxergam os próprios olhos. O tempo é quase vazio, por isso vem o conselho: “afasta, pois, a ira do teu coração, remove da tua carne o mal, pois a juventude e a primavera da vida são vaidade”. Ou seja, efêmeros e breves. A segunda coisa que faz pensar esse texto é a fala de um poeta cujo nome me foge à memória. Ele diz: “tenho saudade de mim mesmo”. Ele parece ter estado no dia de hoje ou se debruçado sobre as páginas do eclesiastes. Fala de uma saudade sob aparência de remorso, do tanto que não foi a sós consigo mesmo. Que palavra reveladora e triste. Em plena primavera, que já vai, você e eu podemos fazer a mesma coisa do velho poeta. Pode-se deixar o coração cravado pela ira e, ainda, ver os dias vagos irem embora com a carne corroída pelo mal. E o tempo se vai e perdemos nossa principal vocação que é amar, adorar, admirar... É por isso que o sábio disse que a primavera é vaidade. O poeta de quem falei termina sua reflexão, visto que não há vida sem ela, falando de sua alta ausência de si mesmo. Tudo é veloz, tudo pode ser vago se a alma não admirar, não se curar, não adorar!
Dito isso, foi-se embora meu inverno, bem – vinda primavera! Com ela sempre vem uma chuvinha refrescante, parábola da presença de Cristo na alma humana. É tempo de flores, tempo de as aves cantarem, porém, tempo breve, uma parábola de nós mesmos, visto que brevidade é nossa marca. Então, ela será como meu ido inverno, terá alguma dor para ser longa, alguma ausência para doer e algum significado para ser bela. Completa será, como completas são as coisas de Deus para conosco.

Paz e que você tenha uma feliz primavera...

Eliel Eugênio de Morais
Pastor
Colorado do Oeste, 22 de Setembro de 2009.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

COM O OLHAR DE UMA CRIANÇA







Bem que Jesus disse que dos pequenos é o reino dos céus. Melhor ainda, disse que se não recebermos o reino como um pequeno, jamais faremos parte dele. Isso é complexo e pode ser mais abrangente do que parece. Uns dirão que Cristo usou a criança para falar da pureza. E pode ser uma boa verdade. Bem sabemos que pureza é palavra custosa aos adultos. Pureza é falta de malícia, de planos sujos, ciúmes, e por aí vai. É a presença de outras coisas, as que polarizam essas citadas. Por si só, essa palavra já é complexa. Outros dirão, e bem dirão, que a criança é a figura do imerecimento. Ela não espera merecer para receber, apenas confia que é amada. Aí pode estar um dos maiores segredos do reino dos céus.
Pois foi assim. Era noite e eu vinha da lanchonete com minha pequena. Ela tem sete anos. Ao passarmos por uma esquina escura, alguns outros pequenos com outros, não tão pequenos, tentaram esconder-se. Fumavam e drogavam-se. Perguntei à minha filha se ela sabia o que estava acontecendo. Ela disse que sim e falou do que viu. Disse que aquilo era triste e a amedrontava. Eram só crianças. Em casa, um outro dia, quando já era domingo e eu teria que preletar na igreja, ela quis saber: “você vai falar do que vimos”? Eu disse que não, era só um grupo de crianças. E ela continuou: “então, vai escrever sobre isso”? E eu perguntei por que. A resposta foi simples: “São meninos, e falar do que vimos, pode ajudar”.
Foi uma visão simples. A pequena que estava comigo nunca questionou se merecia ser amada ou partilhar de uma igreja que está aprendendo a amar. Recebe isso e, simplesmente, aceita. Talvez por isso tenha sentido tão naturalmente o que sentiu pelos meninos na esquina escura. A visão simples foi dela, porém, a lição abrangente disso tudo, é para nós. Pense nisso em duas direções: a primeira é para os que estão limpos. Não nos dói a sujeira deles? A segunda é para os que estão perdidos, esses que estão nas esquinas, aflitos e sem claridade alguma, escondidos e escondendo-se. Receber o reino de Deus é como se tornar criança outra vez. Não há merecimento nisso, simplesmente ao Pai agradou fazê-lo. É por isso que meretrizes e pecadores se adiantam a muitos religiosos e desfrutam o amor de Deus, deixando para trás o lodo visguento de vidas chafurdadas pelo rancor, vícios, pela escuridão da ausência de Deus. É simples assim e é abrangente assim.
Se falar disso ajuda, então dito está. É preciso que aprendamos a ver o reino dos céus pelos olhos de uma criança. O que às vezes não pensamos é que meninos e meninas numa esquina qualquer, sorrateiros e desconfiados, envenenando seus corpos e suas almas, façam parte desse reino que dizemos amar. Ao menos, aos olhos da minha pequena, eles não estão excluídos.

Paz e a gente se encontra pelos olhos de uma criança qualquer....

Eliel Eugênio de Morais
Pastor
Colorado do Oeste, 17 de Setembro de 2009.

VINTE QUILÔMETROS






Foi na conferência anual da Missão. Palavras simples, mas de imensurável valor, encharcaram nossas almas. Coisas elementares e, por isso mesmo, imprescindíveis. Verdades assim: caráter, poder, aprendizado, missões nos cinco continentes e amor. De todos os lados e para todas as direções, amor, o caminho sobremodo excelente.
Eu vinha pela estrada. Havia deixado os amigos preletores no aeroporto. Amigos da adolescência. Ah, adolescência!... Quão doce é a condenação de não poder livrar-me dela. E foi na estrada, pensando nas palavras, que meu espírito foi encharcando-se de gratidão. Pensei na minha cidade, na igreja, no Deus que sempre foi a razão de tudo isso. Então, falei sozinho, por mais de vinte quilômetros, na solidão do carro a correr e da chuva fina que refrescava a quentura do começo de setembro. Falei como que uma língua desconhecida, que não pudesse ser decifrada, mas que eu sabia bem: era gratidão e esperança! Então, a chuva cessou e o caminho acabou. Colorado do Oeste chegou para o fim da minha curta viagem.
Porém, ficou o som da estrada. Uma palavra viva, vinda de um idioma que nem parecia existir, como se cada sílaba dançasse junto com os pingos da chuva. A gratidão era por saber que minha alma se prostrava diante do Rei e isso a livrou de prostrar-se diante de outros homens, de suas falcatruas e prostituições. E ficou a esperança. O que fazer com tanta beleza? Lembrei-me do ipê cor das rosas no mês de agosto: como pode haver tanta beleza em meio a tanta dor? É aí que a esperança achada nas palavras do começo desse texto lança seus tentáculos de fé e amor, visto que são gêmeos. Onde há um o outro está. Se as palavras partilhadas naquela conferência foram flechas atiradas pela esperança, então os meus vinte quilômetros estão certos. O que fazer com tudo isso?
Tem uma igreja. Igreja são pessoas. Então, tem pessoas que se acham feridas por essas palavras. E a esperanças são elas. Pessoas fora dos templos, como caçadores, para caçar os aflitos, os perdidos, os que estão cegos e chafurdados na cegueira. E as palavras desses caçadores são mesmo simples: caráter, amor, aprender sempre, missões...
E a adolescência que voltou aqui por poucos dias, se foi de vez... Ficou a gratidão e o amor, parceiros da esperança, esses que não são vulneráveis ao tempo. São sim, cúmplices de palavras que podem mudar, ganhar o coração de pessoas de dentro e de fora. Até porque também nossa adultice está indo embora, vulnerável que é ao tempo. Então, o fim é, coração e pés, do lado de fora, embalados pela esperança.


Paz e a gente se encontra pelos quilômetros de uma estrada qualquer...

Eliel Eugênio de Morais
Pastor
Colorado do Oeste, 17 de Setembro de 2009.

sábado, 12 de setembro de 2009

INFORMANDO

MISSÃO RENASCER
RONDÔNIA – BRASIL
UMA VISÃO DE AMOR

Biguá
Informativo de campo da Missão Renascer
No. 20 - Edição em Setembro - 2009
missao.renascer@hotmail.com





PR Alessandro Jordão - Conferencista

Notícias de Campo
CONFERÊNCIA ANUAL
OS IMPACTOS DA IGREJA SAUDÁVEL E CRESCENTE

Amor – Caráter – Poder – Ensino – Missões nos Cinco Continentes
Aconteceu nos dias 05 e 06 de setembro/09 na cidade de Colorado do Oeste – RO. Foram dias inesquecíveis de saúde e crescimento. Tivemos a participação das Igrejas de Deus de Pimenteiras do Oeste, Cerejeiras, Vilhena, Cacoal e Jarú, além, é claro, da anfitriã, Colorado do Oeste. Vieram de Goiânia os preletores: Pra Maria Ruth, PR Alessandro e Vanda Jordão. Foram dias de impacto e esperança para a igreja no seu propósito de um crescimento saudável.
Rio Paraguá - Afluente do Guaporé - Bolívia
MINISTÉRIO - RIBEIRINHOS

Prosseguimos com o alvo de estabelecermos uma Igreja no povoado boliviano de Remanso. Ainda este ano mais uma equipe descerá o Rio num projeto de assistência social e evangelização. Devagar estamos alcançando o propósito de fundação da primeira Igreja de Deus ribeirinha no Vale do Guaporé.


ALÔ MISSÕES
RECADOS AO BRASIL
E AO MUNDO

ANASTÁSIS
Está voando em seu primeiro ano de idade. Trabalhando permanentemente com a oficina das mãos, escola de dança e de música, escola de esportes e outros meios dos quais o programa lança mão. Temos estabelecido parcerias importantes com escolas, poder público judiciário e igrejas. É o braço mais forte hoje da Missão em Rondônia. O elo com a igreja de Deus de Cerejeiras, que tem feito seu papel de corpo, tem sido fundamental no crescimento e desenvolvimento deste projeto.

LAR TERAPÊUTICO ANASTÁSIS
Formação de Obreiros - Cerejeiras - RO

Um sonho que toma forma. Já está funcionando o lar terapêutico, que é uma casa feminina de recuperação. Todos os procedimentos jurídicos, administrativos e operacionais já estão em funcionamento. As primeiras internas já chegaram! É um programa que envolve grande equipe, coragem e disponibilidade. Entre em contato com a Missão Renascer ou a Igreja de Deus em Cerejeiras e saiba mais desse imenso desafio que Deus nos tem presenteado.

ESCOLA DE MISSÕES – A escola prossegue com a terceira turma em 2009/2010 com um modelo renovado. As matriculas já estão abertas e o nosso propósito é contribuir na formação de lideres para o campo e para a igreja local. Informe-se tenha uma formação de alto nível teológico e ministerial.

CONSTRUÇÃO 2009 – Visando ampliar o atendimento diversificado do Anastásis com: Oficina das mãos, Conselheria, Escritórios, dança, música e outros, transferimos toda a base de operações para a sede da Missão em Cerejeiras. Para isso fez-se necessário ampliar e reformar a casa e modificar sua disposição interna. Agradecemos a colaboração e a paixão de todos os que se envolveram neste projeto.

CIDADE REFÚGIO – COLORADO DO OESTE

Está começando. É uma versão localizada do Anastasis que será efetivado pela Igreja de Deus em Colorado do Oeste. O alvo é: abertura de uma nova igreja, oficina das mãos, escolas de música e dança e serviços a hospital e prisão. Oremos e sonhemos!






Povoado Ribeirinho despedindo-se da equipe

PFM - PROJETO DE FÉRIAS PARA MISSÕES 2009

Ocorrerá ainda ano. Há ainda vagas abertas. Você doará seu tempo e receberá uma experiência única de campo. Solicitamos dentistas, enfermeiros e médicos que possam doar uma semana de seu trabalho num povoado ribeirinho boliviano.

FALE CONOSCO
Fones: (69) 3341-4080 – 9224016 - 3342-2834
Missao.renascer@hotmail.com

Você está sendo convidado a participar desse sonho e dessa realidade. Conheça mais sobre o programa da Missão Renascer e as possibilidades de você contribuir, participar e vir conhecer nossa terra.

CONTRIBUA
Contribuições para
Missão Renascer
Conta corrente 5553-0
Agência 1504-0
Bradesco
FAÇA ALGO VIVO POR MISSÕES!
Rua Pernambuco, 4191, Colorado do Oeste – RO – CEP: 78996-000 Fone (69)3341-4080 – 92240116
Rua Florianópolis, 1265, Cerejeiras – RO – CEP: 78997-000 – Fones (69) 3342-2834 e 9225-0081


PR Eliel Eugênio de Morais
Presidente